Na última sessão da Câmara Municipal, a vereadora Tânia Francini externou sua preocupação de que o Decreto n? 20209, de 20 de março de 201º, que ?Declara situação de emergência por excesso de enxurradas e deficiência de drenagem de águas pluviais?, realmente resolva os problemas de enchentes na cidade, principalmente no Parque União.
Ela lembra que em 2006 também houve um decreto de situação anormal, caracterizada por situação de emergência, em função de problemas climáticos, e em 201º foi novamente decretada situação de emergência pelo excesso de chuvas prejudiciais a agricultura. ?E agora mais esse decreto esse ano. Eu espero que esse decreto venha realmente ajudar na solução dos problemas da população, especialmente da Rua Cornélio Procópio.?
Com base neste mesmo problema, Tânia criticou o local de construção de casas para a segurança pública. ?Nesta rua estão sendo construídas casas da segurança pública e não é justo que os nossos policias e bombeiros estejam recebendo casas que sejam inundadas… Deveria ser investigado o porquê da construção dessas casas nesta área. Eu fico imaginando que engenheiro, ao analisar aquela área, poderia ter assinado projeto para construção de casas naquele local?, criticou.
No pronunciamento, a vereadora fez uma prestação de contas de suas indicações. ?Até o momento encaminhei 1º indicações ao poder executivo, mediante solicitações da população. Foram 6 respondidas e apenas 3 atendidas?. Ela explicou: ?As indicações, por lei, são a ligação entre o vereador e o executivo das necessidades e pedidos da população. Não é obrigado a cumpri-las, mas pode incluir no seu plano de ações?.
A vereadora pediu a Prefeitura a construção de estacionamento na Avenida Goiás, no trecho entre o supermercado Economia até o Verdurão. Outra solicitação é para que sejam recuperadas as grades quebradas do parquinho da Praça da Avenida Goiás, que está perigoso para as crianças. Francini parabenizou o presidente da associação de moradores do bairro Espatódia, Paulo Sérgio, pela realização de almoço de confraternização do bairro.
E encerrou afirmando: ?A minha postura, realmente é uma postura de vereadora. Devemos confiar nas pessoas até que elas nos provem que não são dignas de confiança. Como professora de história, dentro da minha formação acadêmica, os fatos e os acontecimentos devem ser baseados em documentos escritos e orais. E baseado nesta postura, eu permaneço com minha conduta?. (Assessoria da Câmara)



