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Para o pré-candidato a deputado federal Verruck, reforma tributária tem desafios operacionais

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A reforma tributária é tida como um marco histórico para o Brasil, mas precisa agora da chamada “reforma da reforma”. É o que pensa o economista Jaime Verruck – secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul de 2015 a início de 2026 – , entendendo que o desafio deixou de ser legislativo e passou a ser operacional.

Na rede LinkedIn, Verruck aponta aspectos ainda indefinidos, que serão decisivos para o sucesso da implementação e que foram destacados em reportagem do jornal O Estado de São Paulo, são eles: definição das alíquotas do imposto seletivo; alíquota definitiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS); implantação do split payment; estrutura de governança do comitê gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e regulamentação operacional da CBS e do IBS. 

Verruck apontou que manter a carga tributária atual e preservar a neutralidade da reforma merecem destaques. “Esse compromisso é fundamental, porque a reforma foi concebida para simplificar o sistema, reduzir distorções e aumentar a eficiência econômica – não para elevar a arrecadação.”

Ele disse ainda que tudo dependerá das definições que ainda precisam ser tomadas. “É justamente nesse ponto que reside a importância de uma reforma da reforma: aperfeiçoar a implementação para garantir que os objetivos originais sejam efetivamente alcançados”, reforçou Verruck, que atualmente é pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos. 

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