(Assessoria: Natália Leal Scheer) Sônia Maran deixou claro em seu pronunciamento nesta segunda-feira, dia 09 de fevereiro, que em nenhum momento pediu a ninguém a retirada de pessoas de funções gratificadas da prefeitura municipal, já que o prefeito Dr. Luiz Felipe está usando este argumento dizendo está fazendo isso a pedido dos vereadores. Disse que nunca tomaria essa atitude, porque essa é uma atitude covarde e isso ela não é, até mesmo porque os covardes não entraram no reino do céu. Disse também, que o que está acontecendo é que estão tratando pessoas desiguais com tratamento igual.
Esclareceu que recebeu quatro denúncias sobre o mesmo assunto ou seja, contra ela e que não consegue entender o porquê, pois apenas na época participou de uma reunião como professora em busca de seus direitos, reunião está feita por um advogado de Campo Grande e o advogado da cidade, seu filho, Matheus Maran, onde os mesmos prestaram todos os esclarecimentos e direitos dos professores, sobre a lei 1º.738/2008, referente ao direito de 163 das horas atividades, porém não entende o porquê ela está sofrendo represálias por participar de uma reunião, com o pedido de quebra de decoro, não ocasionou nenhum prejuízo aos cofres públicos e o prefeito que foi acusado por superfaturamento numa licitação da compra de ar condicionado, algo em torno de R$ 12.000,00 cento e sessenta mil reais com o mesmo pedido, neste caso da abertura de uma processante para apurar os fatos, o pedido foi arquivado.
Para ela isto é um tratamento igual para situações desiguais. No caso do prefeito quem disse isso e entregou todas as provas não foi ela e sim o Ministério Público. Sobre a sessão da semana passada dia 020de fevereiro, disse que ficou assustada com a quantidade de pessoas e até pediu a vinda de uma arquiteta da cidade para pensar numa forma de aumentar o plenário, porém pode perceber que nesta segunda-feira, dia 09 as coisas voltaram ao normal e a casa já não encontrou-se tão cheia.
Destacou ainda que ao contrário de que muitos dizem na noite do dia 020 os vereadores não cassariam o prefeito e sim abririam uma investigação para apurar fatos denunciados pela promotoria. Alertou a diretoria do SINDICHAP sobre o fato de um membro estar fazendo essa denúncia como secretária do Sindicato. Pediu ainda aos membros da diretoria do SINDCHAP que leiam o estatuto da instituição e quais são as atribuições da secretária e quem tem poder para representar o sindicato.
Para finalizar ressaltou mais uma vez que não usem seu nome como vereadora para demitir ou retirar FG (Função Gratificada) ou mesmo mudar funcionários de um local para outro, que o prefeito ao fazer isso tenha coragem de assumir aquilo que ele está fazendo. Terminou agradecendo a presença de todos.



