A batalha jurídica e a queda de braço mostrada na primeira sessão legislativa com a cansativa leitura de acusações contra o prefeito (Felipe Magalhães) e a presidente da Câmara (Sônia Maran) está longe do fim e deverá durar até 201º, na próxima eleição municipal. Na pauta da sessão ordinária de hoje está registrado o requerimento Nº 206/201º, de autoria da presidente solicitando o encaminhamento à Casa do Processo Administrativo n° 471º/201º referente a prestação de serviço público de manejo de resíduos sólidos, cuja adjudicada foi a empresa REPRAM (Reciclagem e Preservação Ambiental LTDA).
Na semana que antecedeu a reabertura dos trabalhos legislativos um site da cidade postou informações que colocavam dúvidas sobre o projeto de resíduos sólidos sem detalhar aspectos técnicos como o acompanhamento do Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas do Estado e da Lei Municipal aprovada pela Câmara. Uma guerra midiática foi deflagrada e um novo contraponto foi feita numa rádio local pela vereadora e sua assessoria jurídica.
A disputa política no Poder Legislativo (Oposição X Situação) criou dois blocos distintos com leve vantagem para a oposição que vem contanto com 5 X 4 votos. Este número permitiu que todos os cargos da atual Mesa Diretora sejam de parlamentares contrários à atual administração. Em contra partida nenhum requerimento polêmico que possa respingar no prefeito obtém os dois terços (6X3) dos votos exigidos regimentalmente para tramitar.
Segundo nota da assessoria de comunicação da prefeitura o MPE (Ministério Público Estadual) e o TCE (Tribunal de Contas do Estado) acompanham de perto o andamento da política municipal de resíduos sólidos em Chapadão do Sul. Após cuidadoso levantamento da situação, o município decidiu contratar os serviços mediante uma empresa especializada através deu uma PPP (Parceria Público Privada) regulamentada através de Lei Municipal aprovada pela Câmara de Vereadores, cuja concessão será de 20 anos onde a prefeitura pagará somente pelo lixo entregue no aterro sanitário. O valor de R$ 920050.431º79 serve apenas de referencial para os próximos 20 anos, levando em consideração o crescimento demográfico e industrial da cidade.
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