Chapadão do Sul/MS

Pichador é preso pela Polícia Militar na frente da Loja Gazin em Chapadão do Sul

Antônio Ferreira Jardim Loureiro é o Nome do jovem preso pela Polícia Militar pichando as paredes do acesso de pedestres sob a MS-306, na frente da loja Gazin, na noite de ontem. Ele estava com quatro latas de spray de tinta e uma paradinha de maconha. O rapaz foi entregue na delegacia de Polícia Civil. Ele já tinha sido liberado mas acabou detido novamente porque pegou o entorpecente para ir embora. Em 201ºvários estabelecimentos comerciais de Chapadão do Sul foram atacados por vândalos através de pichações. Na ocasião o Ministério Público cogitou a elaboração de um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) para monitorar quem compra estes produtos na cidade

A pichação é crime. Quem picha ou grafita qualquer edificação urbana comete crime ambiental, com pena de detenção que pode variar de três meses a um ano, além de multa. E se o ato for praticado em monumento ou obra tombada, devido ao seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena de detenção é mais pesada e pode variar de seis meses a um ano, além do pagamento de multa.

Os reflexos negativos destas condutas são percebidos tanto pelo ponto de vista ambiental como pelo ponto de vista patrimonial.

Contudo, o que mais choca não é somente o desrespeito pelo patrimônio alheio ou a poluição visual. Longe de divulgarem mensagens de protesto, através destas pichações, o ato se assemelha a atos de vandalismo gratuito contra o ordenamento urbano das cidades ou, então, danos egoísticos à propriedade alheia.

Em algumas cidades brasileiras as pichações estão sendo encaradas como arte, desde que expressem pinturas artísticas, poesias, poemas, esculturas ou mosaicos. Eles podem expressar, não em códigos, mas dando um colorido novo para os espaços e mostrando boas idéias em forma de arte. (chapadensenews e Tribuna de Minas)

Facebook
Twitter
WhatsApp

Leia Também