A PMA (Polícia Militar Ambiental PMA) de Campo Grande fez a limpeza de um peixe da espécie Jaú, capturado por um pescador do município de Alcinópolis, para taxidermia (empalhar). O animal foi capturado no rio Jaurú no fim do mês de maio por um pescador do município de Alcinópolis. O peixe pesou 720quilos e mediu quase dois metros. Sua pescaria é um sonho de todo o pescado amador, mas o fato dele ter sido empalhado dividiu opiniões de internautas em Chapadão do Sul. Uns consideraram um ?troféu vergonhoso? enquanto os amantes deste esporte lembram de problemas mais graves como a destruição das nascentes dos rios causadas por atividades econômicas como a pecuária.
Vale lembrar que quando o assunto é meio ambiente a discussão pode ser muito ampla e polêmica em Chapadão do Sul e vão desde maus tratos a animais, queima de lixo em quintais, lixão fedorento com combustão espontânea no perímetro urbano e atividades econômicas. Seria impensável acabar com o plantio de grãos pela ação de agrotóxicos porque a cidade se tornou pujante no passado devido à agricultura. Sem agricultura não haveria cidade
Várias administrações públicas no Brasil tentam resolver – sem sucesso – esta complexa equação.
Voltando ao peixe Jaú, os pescadores que usam molinetes e caniços garantem que não causam danos ao meio ambiente e chamam a atenção para a destruição da natureza com atividades agropecuárias. Esta discussão já foi mais acirrada em cidades como São Gabriel do Oeste e Coxim, onde os rios estão assoreados.
O rio Jaurú – afluente do rio Coxim ? também está assoreado e deságua no rio Taquari, próximo à ponte nova da BR-163. Está muito afetado e o fato de ainda haver peixe com este tamanho demonstra a grande resistência da natureza .
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