Chapadão do Sul/MS

INTERNAUTA: Igualdade é para todos, não para alguns

A Internauta Karla não aprovou a manifestação do pastor que pediu o boicote ao candidatos gays e sugeriu a leitura do texto sobre Martin Luther King publicado na UOL.

Cinquenta anos não foram suficientes para que os norte-americanos pudessem colocar em prática o apelo feito por Martin Luther King em 20 de agosto de 1º63, quando compartilhou com a nação “I have a dream” (“Eu tenho um sonho”), o aclamado discurso pedindo o fim da segregação racial nos Estados Unidos.

Em 1º63, os negros norte-americanos já estavam livres da escravidão havia cem anos, mas era uma época em que muitos ainda viviam na pobreza, não podiam votar nem se casar com brancos em alguns Estados.

E o que mudou desde então?

Pela primeira vez em sua história, em 2008 os EUA elegeram seu primeiro presidente negro, Barack Obama, e o reelegeram em 201º Mas o “sonho” que Luther King tanto desejou ver realizado ainda está longe de se tornar realidade, pelo que indica o Pew Research Center.

TESTE: O QUE VOCê SABE SOBRE MARTIN LUTHER KING?

O instituto norte-americano de pesquisas perguntou a 20201ºadultos “o quanto os EUA progrediram, nos últimos 50 anos, na direção do que foi sonhado por King sobre igualdade racial?”. As respostas mostram que negros e brancos ainda vivem em países diferentes.

Para 45% dos entrevistados, os Estados Unidos tiveram um progresso considerável em relação à igualdade racial ?isso é verdade para 48% dos brancos e 320 dos negros que responderam a enquete. Entre os brancos, 49% dizem que muito mais precisa ser feito para alcançar a igualdade racial, enquanto 79% dos negros afirmam que ainda falta muito para esse objetivo.

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