O eletricista Wellington Francisco Vieira (320 é nome do homem barbaramente agredido por dois colegas de quarto enquanto dormia num cômodo do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Chapadão do Sul. Ele sofreu duas graves fraturas no maxilar inferior (mandíbula) e logo após os primeiros socorros foi transferido para à Santa Casa de Campo Grande. O encaminhamento para atendimento especializado foi feito pelo plantonista Dr. João Nunes. Uma guarnição da Polícia Militar foi ao local para prender os agressores, mas encontrou apenas operários dormindo naquele momento.
Vieira disse que sabe os nomes dos agressores que serão intimados a depor. A polícia recebeu informações que o trio bebeu no final da tarde. A vítima possui porte físico avantajado e foi atacado logo que pegou no sono. A gravidade dos ferimentos sugere o uso de porretes pelos agressores.
MAXILAR – Um maxilar fraturado causa dor e, geralmente, altera a forma como os dentes encaixam entre si. Muitas vezes não se pode abrir muito a boca ou esta desloca-se para um lado quando se abre ou fecha. A maioria das fraturas maxilares ocorrem no maxilar inferior (mandíbula). As fraturas do maxilar superior (maxila) podem provocar visão dupla, insensibilidade da pele por baixo do olho ou uma irregularidade na maçã do rosto (osso zigomático), que dá para sentir quando se passa o dedo.
Qualquer traumatismo com força suficiente para fraturar o maxilar também pode lesar a coluna vertebral na região cervical. Por isso, antes de tratar um maxilar fraturado, são feitas radiografias do pescoço para afastar a hipótese de uma lesão das vértebras. Uma pancada com força suficiente para fraturar o maxilar também pode causar um dano ou uma hemorragia craniana.
No caso de uma possível fratura do maxilar, deve manter-se o maxilar no seu lugar com os dentes juntos e imóveis, podendo segurar-se o maxilar com uma mão ou, de preferência, com uma faixa passada várias vezes por baixo deste e por cima da cabeça. Aquele que for enfaixar a pessoa fraturada deve proceder com cuidado, evitando sufocá-la. é necessária a assistência médica o mais rapidamente possível porque as fraturas podem causar uma hemorragia interna e obstruir as vias respiratórias.
Uma vez no hospital, é possível fixar as partes do maxilar entre si, deixando as fixações durante 6 semanas para permitir a ossificação completa da fratura. Durante este tempo, o doente só pode se alimentar com líquidos aspirados por um canudo. Muitas fraturas maxilares podem reparar-se cirurgicamente com uma placa (uma peça de metal que se aparafusa no osso de cada lado da fratura). Os maxilares são imobilizados durante uns dias, depois alimentos moles podem ser comidos durante várias semanas. Algumas fraturas do maxilar não são imobilizadas nas crianças; o tratamento inicial permite movimentos limitados, retomando-se as atividades cotidianas em algumas semanas. Geralmente os antibióticos são necessários nos casos de fratura composta, isto é, quando um dente ou seu alvéolo também são atingidos. (redação e wikipédia)



