O deputado estadual, Osvaldo Mochi Junior (PMDB), falou por quase 50 minutos durante a sessão ordinária na Câmara de Coxim para uma plateia composta, na maioria, por integrantes de seu grupo político. Na oportunidade, o parlamentar explicou a ação civil pública por improbidade administrativa movida contra ele pelo MPF (Ministério Público Federal) por conta da obra do aterro sanitário. Na semana passada a assessoria do deputado entrou em contato com a redação do Chapadensenews.com.br e negou a manchete do edicaoms.com.br
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Condenado em primeira instância pela Justiça Federal, em setembro de 201º, o deputado recorreu da sentença e aguarda decisão do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região). A Justiça Federal condenou Mochi a devolver mais de R$ 1ºmilhão aos cofres públicos, sendo R$ 341ºmil referentes ao valor da obra do aterro sanitário e multa igual a duas vezes o valor atualizado. Além da devolução dos valores, o deputado também teve os bens indisponibilizados, foi proibido de contratar com o poder público, assim como teve os direitos políticos suspensos por oito anos.
O assunto voltou a pautar as principais redações de Mato Grosso do Sul, no início deste mês, com a publicação de uma reportagem no site oficial do MPF (Ministério Público Federal) – Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul, informando a manutenção da sentença.
Segundo o parlamentar, assim que tomou ciência da publicação ele solicitou providências ao MPF, que divulgou nota de esclarecimento, informando que não houve condenação por colegiado de quaisquer dos réus nos autos de ação de improbidade administrativa n.° 0009001º1º.2009.403.6000. (redação e edicaoms.com.br)



