Ladrões tentaram entrar na casa do ex-prefeito João Carlos Krug por volta das 3 horas da madrugada de hoje na rua Dez. Por sorte o imóvel possui excelente segurança e nunca está desabitado. O medidor de energia chegou a ser desligado enquanto os ladrões iniciavam a escalada em direção ao segundo andar. Quando perceberam a presença de pessoas no interior do imóvel eles fugiram. O vulto de dos invasores foi percebido e uma guarnição do COB (Comando de Operações do Bolsão) acabou sendo acionada. A metodologia usada indica que não são apenas usuários de drogas, mas uma quadrilha organizada que planeja invasões em residências de luxo.
VIZINHOS EM ALERTA – Este é o momento de aprofundar os laços de AMIZADE com os vizinhos para dificultar a ação dos criminosos em Chapadão do Sul. Reforço policial, armas em casa ou cães ferozes poderão ser lembranças do passado em Chapadão do Sul após a colocação em prática de uma ideia que começou no What Sapp, em Campo Grande. Preocupado com a segurança na vizinhança o bombeiro militar, Luís Carlos Ferrer, (36) resolveu buscar na internet uma solução. Com muita pesquisa, se inspirou em um sistema já utilizado em outros lugares e criou o Vizinhos em Alerta.
O projeto, sem nenhuma intenção de lucro, foi implantado há três meses e funciona de maneira simples. Os três vizinhos mais próximos formam uma rede e dividem a rotina das casas. Assim qualquer comportamento que fuja do padrão e levante suspeita pode ser informado ao dono da casa ou à polícia imediatamente.
Com a ideia pronta, Luís teve que apresentar aos vizinhos. A princípio alguns ficaram meio desconfiados, mas depois todos da rua aderiam. O custo foi de apenas R$7,00 para a confecção da plaquinha fixada em frente às casas, uma maneira de mostrar aos ladrões que muita gente agora tem segurança na base da amizade. O projeto inicial começou com 35 famílias.
Ter as placas é uma maneira de mostrar para o ladrão que a vizinhança é bem organizada e vai ser mais difícil ele agir, comenta Luís. Além de aumentar a sensação de segurança dos moradores, a iniciativa acabou aproximando todos. Há , inclusive, um grupo criado no whatsapp, para tratar dos assuntos em comum, o que fez os moradores se conhecerem melhor. A gente conversa pelo aplicativo, e teve gente que pelo celular perguntou onde o outro morava e acabou descobrindo que era na casa ao lado, relata.
(Fonte redação e internauta campograndenews) (Enviada pelo sub-tenente bombeiro Max Welb)



