Receba as informações do chapadensenews.com.br em seu celular
link de acesso
https://chat.whatsapp.com/ehvxezssy7r1lysjad4kgs
Em 2022 já havia a expectativa que Chapadão do Sul e Paraíso das Águas também seriam beneficiados com a criação da Rota da Celulose após a empresa chilena Arauco anunciar a construção em Inocência de nova fábrica com investimento de R$ 15 bilhões à época. O governo do estado autorizou a pavimentação da MS-320, no trecho que liga Três Lagoas ao trevo Vera Cruz, na MS-377. O caminho servirá de nova rota de conexão entre Três Lagoas, Água Clara, Inocência, Paraíso das Águas e Chapadão do Sul.
Apesar disso o mega projeto de expansão rodoviário esteve parado por dois anos devido à disputas judiciais. A nova concessão será formalizada com a Concessionária Caminhos da Celulose, consórcio liderado por fundo de investimentos da XP, que assumirá a recuperação, operação, manutenção, conservação e ampliação de capacidade de 870 quilômetros de rodovias estaduais e federais pelo prazo de 30 anos.
A assinatura representa o desfecho de um dos processos de concessão mais complexos já conduzidos pelo Estado na área de infraestrutura rodoviária, envolvendo duas tentativas de leilão, ajustes na modelagem econômico-financeira, troca de vencedor e decisões judiciais que mantiveram o resultado final do certame.
O projeto teve início formal 2023, quando o Governo do Estado lançou um PMI (Procedimento de Manifestação de Interesse) com o objetivo de estruturar a concessão de rodovias estratégicas localizadas nas regiões central, leste e do Bolsão sul-mato-grossense. A proposta envolvia trechos das rodovias estaduais MS-040, MS-338 e MS-395, além das federais BR-262 e BR-267, totalizando 869 quilômetros de extensão.
O corredor rodoviário atravessa nove municípios: Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Bataguassu, Água Clara, Três Lagoas, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina e Anaurilândia e foi concebido para atender regiões com alto fluxo de veículos e forte atividade econômica, especialmente ligadas à indústria de celulose, ao setor sucroalcooleiro e à agropecuária. (redação e campograndenews)



