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Em novembro do ano passado a prefeitura organizou uma solenidade para a retomada do Projeto do Ecoponto a descartes gerais em Chapadão do Sul. O final da Avenida Mato Grosso do Sul foi o local estratégico escolhido para a instalação das caçambas que receberão os materiais que vinham sendo jogados na própria via, a céu aberto. Apear disso alguns moradores seguem fazendo todo o tipo de descartes a céu aberto há apenas 80 metros do local criado para esta finalidade. Somente um sociólogo poderia traçar o perfil destas pessoas e explicar os motivos da falta de civilidade e senso da convivência em comunidade.
São restos de móveis usados, carcaças de animais, lixo doméstico e pneus que servirão de criadouros para o mosquito da dengue. Passou da hora da colocação de câmeras de monitoramento com luz o infravermelha para registra as placas dos veículos. São criminosos que estão na contra mão da sociedade em que vivem. A coletividade é afetada diretamente com infestação deliberada de doenças como a dengue e a proliferação de animais peçonhentos.
Este projeto foi criado pelo Seinfra sob o comando do arquiteto Felipe Scorsato Batista. Já operou com sucesso por alguns anos antes de ser desativado na administração anterior. A correta utilização será monitorada e o bom uso do espaço avalizará a criação de outros Ecopontos nos bairros.
O Ecoponto foi idealizado para receber materiais como restos de construção civil (até 1m³), madeira, móveis, eletrodomésticos, recicláveis (papel, plástico, vidro e metal), resíduos de jardinagem e terra. O recolhimento é feito diariamente, garantindo o bom funcionamento do espaço e a destinação adequada de todos os itens.



