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O Governo do Estado contabilizou seis pontes destruídas devido às fortes chuvas no início deste mês. A região do Taboco é a mais atingida, devido à ponte ter sido levada pelo Rio Aquidauana. Outras regiões como o Bolsão e o Norte também contam com travessias de madeira que precisam ser substituídas. São muito usadas principalmente no período de colheita
Nesta quinta-feira (5), o governador Eduardo Riedel (PP) publicou um vídeo na governadoria, em reunião com os secretários Guilherme Alcântara, de Infraestrutura e Logística, e Walter Carneiro Jr., da Casa Civil.
Segundo o governador, as equipes já estão em campo avaliando os impactos das chuvas em Corguinho, Rochedo e Rio Negro. “Com planejamento e resposta rápida, iniciaremos a recuperação assim que o tempo permitir. Estamos fazendo avaliação das consequências das fortes chuvas que caíram na região do Taboco, Rochedo, Corguinho, Rio Negro. Foram mais de 300 milímetros, o que trouxe uma série de prejuízos.”
De acordo com o secretário Guilherme, é preciso esperar as águas baixarem para iniciar a recuperação das pontes e estradas. “Equipe no trecho e agora esperar baixar as águas para fazer levantamento para já iniciar a recuperação das pontes que perdemos e, principalmente, a ponte de São Félix, para dar condição de tráfico, tirar o isolamento da região do Taboco”, explicou.
Por sua vez, Riedel afirmou que a região do São Félix é a mais comprometida. “Estamos a campo, seis pontes identificadas que rodaram, equipes iniciando o trabalho de recomposição. São Félix talvez seja a mais sensível, porque tem soja para colher, isolada a região, animal para tirar, trânsito de pessoas. Vamos atuar rapidamente nessas pontes e sobre as outras pontes.”
Riedel citou também a estrada do Firmo, em Porto Murtinho, cidade que teve chuva acumulada em 250 milímetros. “Identificamos 14 pontos de alagamento, nossas equipes já no local para atuação quando as águas baixarem.” (Foto / arquivo da ponte do Indaizão em 2025)



