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A Associação das Funerárias do Interior do Mato Grosso do Sul ( AFIMS)e o Sindicato das Empresas do Segmento Funerário no Estado do Mato Grosso Do Sul(SINDEF) vem a público manifestar seu mais profundo repúdio e indignação diante dos graves fatos ocorridos recentemente envolvendo a remoção e o translado de corpos para o Instituto Médico Legal (IML) em nossa região.
É absolutamente inaceitável que, em um momento de extrema dor e vulnerabilidade familiar, a liberação de um corpo — (como no caso do Sr. Silvio Severino da Silva), cujo procedimento estava autorizado desde as 15: 00 do dia 19 de maio de 2026, pelo DEPAC (conforme copias do BO )— seja postergada de forma unilateral por uma empresa de plantão licitada pelo Estado, sob a justificativa de aguardar mais ocorrências para “otimizar” a logística de transporte conforme apurado pelo delegado titular da pasta do DEPAC Dr. Lucas Caires conforme solicitação da presidente da AFIMS a senhora Carla Ferreira.
Esta Associação ressalta que O serviço funerário de remoção de corpo e translado para sede de IML, especialmente o plantão concedido pelo poder público o estado, é uma atividade essencial que lida diretamente com a dignidade humana. Ele jamais pode ser gerido sob a ótica da frieza comercial ou da redução de custos operacionais às custas do sofrimento alheio. Retardar a remoção de um corpo é uma falha grave, que configura descumprimento de dever contratual, fere o código de ética da nossa categoria e desrespeita frontalmente a Sociedade Sul-Mato-Grossense.
Como entidade que zela pela seriedade, respeito e profissionalismo do setor no interior do Estado, esta Associação exige:
Apuração



