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Foto de capa vítimas de feminicídio da época. hoje são centenas e o MS está entre os primeiros deste ranking sangrento
O promotor da 2ª Promotoria de Justiça de Chapadão do Sul, Dr Thiago Barile Galvão de França, pediu a prisão preventiva de um homem detido pelo crime de Violência Doméstica no final de semana no município. O Poder Judiciário deferiu a solicitação e o agressor seguirá preso. Ele foi preso pela Polícia Militar e encaminhado à Delegacia de Polícia. Segundo fontes ele é autor de um crime de Feminicídio na cidade e segue espancando mulheres.
Depois de 2018 os crimes de Feminicídio foram se sucedendo em Chapadão do Sul com mortes bárbaras e covardes. Uma delas foi assassinada e o corpo descartado numa vala rasa na zona rural do município. Em 2021 a Secretaria Municipal de Assistência Social e a Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres iniciaram o primeiro de junho as ações referentes à “Semana de Combate ao Feminicídio”.
Até aquele ano duas mulheres tinham sido assassinadas em Chapadão do Sul. O último crime aconteceu em junho de 2020 quando um homem matou a esposa Aldeni Clara da Silva (32) com 24 facadas e feriu a sogra que morreu alguns meses depois em função de uma parada cardíaca. Neste caso foram dois Feminicídios.
Em março de 2019 outro agressor matou a companheira, Neuricleia Martins da Silva. Este foi o primeiro crime de Feminicídio em Chapadão do Sul. Depois destas duas mortes muitas mulheres foram espancadas, torturadas e perseguidas no município. Este tipo de ocorrência é corriqueira no meio policial, confirmando a fragilidade delas em relação à Violência Doméstica.
PRISÃO de agressor por Violência Doméstica
Na noite deste domingo (25), um homem de 59 anos foi preso em flagrante por lesão corporal e ameaça, após a polícia militar receber denúncias de uma briga de casal no Centro de Chapadão do Sul. Os policias encontraram a vítima com diversas lesões pelo corpo.
A mulher relatou que o companheiro tentou enforcá-la e que as agressões ocorriam há meses, mas ela tinha medo de denunciar. Ele foi levado à delegacia e a vítima recebeu atendimento médico e proteção policial. O caso foi registrado como lesão corporal e ameaça no âmbito da Lei Maria da Penha.



