Chapadão do Sul/MS

ENGARRAFAMENTO na MS-306 ontem afetou comércio de rodovias de Chapadão do Sul até São José do Preto, destacou motorista

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           O engarrafamento causado pelo incêndio numa carreta de transporte de plumas foi o mais longo dos últimos anos na MS-306 no final da tarde de ontem. Foram mais de seis horas de interrupção na pista e afetou o comércio de beira de estrada (restaurantes e postos de combustíveis) de Chapadão do Sul até São José do Rio Preto (SP). O caminhoneiro Mauro Cesar de Lima foi um dos motoristas que ficaram retidos numa fila quilométrica de veículos à espera da liberação. Ele faz entregas para uma rede de lojas e vinha vazio de Cuiabá em direção a São Paulo. Após 3 horas parado teve a feliz ideia de buscar o atalho pelo Aporé (GO) e estacionar em Cassilândia até a normalização do trânsito na rodovia. 

Mauro seguia para Rio Preto (SP) onde reside. Quando parou em Fernandópolis (SP) para abastecer foi informado pelo frentista que o movimento “misteriosamente” tinha desaparecido desde Santa Fé. Durante o trajeto o caminhoneiro usava o rádio PX do veículo para alertar os demais colegas que vinham sentido Cassilândia para que procurassem rotas alternativas ou estacionassem até a situação normalizar porque não poderiam passar devido ao gigantesco engarrafamento.

Quando Mauro tomou a decisão de buscar a rota alternativa pelo Aporé tinha cerca de 30 caminhões na sua frente. Segundo ele o movimento nos comércios à beira de rodovias foi bastante afetado nos sentidos  Santa Fé do Sul a São Joé do Rio Preto e Cassilândia / Paranaiba / Aparecida do Taboado. “O Posto Fiscal parecia uma casa fantasma”, comparou

Mauro Cesar de Lima , um dos motoristas que ficaram horas no engarrafamento da MS-306 ontem

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