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CRIME Compensa? Alvos de mandados em MS são ligados a extraditada que movimentou R$ 30 milhões

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        A Operação Fluxo Oculto, deflagrada nesta terça-feira (30) pela Polícia Civil de Goiás, teve entre os principais alvos Francielly de Paiva, conhecida como Cielly Paiva, acusada de movimentar cerca de R$ 30 milhões para a facção criminosa ADE (Amigos do Estado). Já investigada pelo Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado) e pela Polícia Federal, a mulher foi presa pela Interpol em Portugal, em maio deste ano, após seis meses foragida na Europa e extraditada ao Brasil em setembro.

A ação da Polícia Civil de Goiás, com apoio das polícias de Mato Grosso do Sul, voltou a colocar Francielly no centro das atenções. A investigação apontou que ela integrava o braço financeiro do grupo, sendo responsável por dar liquidez às operações de tráfico interestadual.

Francielly ostentava viagens e vida de luxo nas redes sociais. O mandado de prisão contra ela estava em aberto desde outubro de 2024, no âmbito da Operação Portokali. A extradição foi autorizada pela Justiça portuguesa e concluída em 19 de setembro, quando ela desembarcou em Goiânia.

Francielly em fotos que publicava em suas redes sociais (Foto: Reprodução)

Assim que chegou ao Brasil, foi conduzida ao Aeroporto Santa Genoveva, passou por exame de corpo de delito no IML (Instituto Médico Legal) e, em seguida, foi transferida para o Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde permanece à disposição da Justiça.

REPORTAGEM completa no link abaixo

https://www.campograndenews.com.br/brasil/cidades/alvos-de-mandados-em-ms-sao-ligados-a-extraditada-que-movimentou-r-30-milhoes

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