Chapadão do Sul/MS

CASOS de bebidas “batizadas com metanol” ainda não chegaram ao MS. Rapper Hungria é internado em Brasília

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       Os casos de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol em São Paulo começam a acontecer em outros estados brasileiros. No Mato Grosso do Sul ou nos 79 municípios ainda não teve registro de pessoa envenenada. Isso não significa que o MS esteja longe deste problema que envolve quadrilhas organizadas. A última vítima  foi o rapper Hungria, de 34 anos,  internado em Brasília, por suspeita de ter ingerido “bebida adulterada”.  A Polícia federal entrou neste caso e começou a rastrear os caminhos que levam a estes criminosos. O Governo de São Paulo recusou fornecer os nomes dos estabelecimentos onde ocorreram casos de contaminação e mortes.

Segundo a assessoria do cantor, ele bebeu vodca na casa de um amigo durante a madrugada em Vicente Pires, região do DF a cerca de 20 km do centro de Brasília. O rapper teria sido o único a ingerir a bebida. Hungria, de acordo com o boletim médico, deu entrada no hospital com dor de cabeça, náuseas, vômitos, visão turva e acidose metabólica, quando o sangue fica muito ácido e os rins não conseguem eliminar o excesso. Esses sintomas são similares aos de alguém intoxicado por metanol.

A assessoria do cantor informou, às 12h desta quinta, que ele está fora de risco iminente. O caso será investigado pela 1ª Delegacia de Polícia Civil do DF (Asa Sul). Brasília não registrou nenhum caso de intoxicação pelo composto até a noite de quarta.    

“O cantor Hungria encontra-se sob cuidados médicos após a suspeita de ter ingerido bebida adulterada, em situação que remete aos casos recentemente noticiados em São Paulo.  Por orientação médica e com o objetivo de preservar sua saúde, os shows previstos para este final de semana serão remarcados.  

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