Chapadão do Sul/MS

?Adelaide? a anã paraguaia causa muita dor de cabeça e é presa na 20ª Exposul

Se você tomou aquele ?whiskynho? com preço irresistível na parte externa do Parque de Exposições e acordou com uma ?dorzinha de cabeça?, daquelas chatas, latejantes, saiba que seus problemas acabaram. A Polícia Militar prendeu três pessoas que comercializavam whisky falsificado no entorno da exposição. A operação teve a participação de dirigentes do Sindicato Rural que chamaram a PM após algumas denúncias de consumidores. Os PMs conseguiram achar uma caixa de isopor cheia de litros de marcas tradicionais que seriam repostos com bebidas consideradas falsificadas ou de qualidade inferior.

O preço? Bem, o consumidor pagaria o preço do famoso mico ?gato por lebre? e seria chamado de ?Adelaide, minha anã paraguaia?, cuja música foi celebrizada pela banda Inimigos do Rei. Eles foram autuados primeiramente por estelionato, mas poderão ter mais problemas na Delegacia de Polícia, onde toda a operação será detalhada pelos peritos. A apreensão foi feita pelos PMs Renan e Ramos. O homem que fraudava os recipientes também foi levado e ainda explicou como o procedimento era feito . Segundo o autor das fraudes este tipo de crime é comum em grandes feiras e exposições.

Em Cuiabá mais de 500 garrafas usadas de uísque que seriam abastecidas com bebida falsificada foram apreendidas, pela Delegacia do Consumidor, da Polícia Judiciária Civil, no bairro São João Del Rei, em Cuiabá. As garrafas foram apreendidas em poder do garçom, José Lopes da Costa, 44, autuado em flagrante pelo crime de falsificação de produtos alimentícios.

Na residência do acusado foram apreendidas garrafas vazias de uísque de 12e 1º anos, além de algumas de safra especial. As garrafas estavam dentro das caixas, tais como são comercializadas, e armazenadas em um cômodo apropriado para conservação. No local, ainda foram apreendidos oito garrafas prontas para comercialização e centenas de lacres, que com auxílio de um secador industrial eram utilizados como garantia de autenticidade das garrafas fraudadas.

Segundo a delegada da Delegacia do Consumidor, Ana Cristina Feldner, pelo fato do acusado trabalhar como garçom, tinha acesso a vários buffet?s, onde provavelmente conseguia as garrafas. ?Pelo padrão das bebidas, sabemos que o acusado pegava o material em festas de pessoas de alto poder aquisitivo, realizada em renomados buffet?s?, explicou. A pena para o crime de falsificação ou adulteração de produtos alimentícios é de 4 a 8 anos de reclusão e multa.

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