A não frequência à escola de adolescentes entre 1º e 1º anos em Mato Grosso do Sul é a segunda pior proporção do país. Os dados constam em mapa divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta terça-feira (20), sobre a situação de trabalho e educação de crianças e adolescentes entre 1º e 1º anos. O estudo tem como base os resultados do Censo Demográfico 201º.
Conforme o levantamento, 20,5 mil dos 91º7 mil jovens no estado entre 1º e 1º anos não frequentavam a escola, o que representa 20,6%. O Acre tem a pior proporção de adolescentes fora das salas nesta faixa etária: 20,5%.
A maioria dos jovens que não ia às aulas em MS em 201º era por estar no trabalho. Segundo o mapa, dos 20,3 mil adolescentes entre 1º e 1º anos que trabalhavam, 9,7 mil não frequentavam a escola, índice de 33%; o quarto maior do Brasil, atrás, na ordem, de Acre, Santa Catarina e Ceará.
De acordo com o estudo, 8,3 mil dos 20,3 mil jovens que trabalhavam em 201º tinham carteira assinada, o que representa 20,4% do total. O índice deixa Mato Grosso do Sul na oitava posição do ranking no país, empatado com Minas Gerais e atrás, respectivamente, de Santa Catarina, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná, Espirito Santo e Goiás.
O levantamento também mostra o ramo de atividades em que os adolescentes na faixa etária mais atuam. O setor de ?agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura? é o que mais emprega com 4,6 mil postos. Em segundo aparece ?comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas? com 7,7 mil vagas. E ?outras atividades? corresponde a 1º,9 mil empregos.
De acordo com o Censo 201º do IBGE, MS ocupa a sétima posição do ranking nacional no número de adolescentes trabalhando: 320 (20,3 mil de 91º7 mil jovens entre 1º e 1º anos). Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, Goiás e Mato Grosso ocupam as primeiras posições.
O mapa, segundo o IBGE, atende ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ministério Público do Trabalho (MPT), ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e à Organização Internacional do Trabalho (OIT). (G1º



