Somente os sargentos e os tenentes não aderiram à paralisação (aquartelamento) dos Policiais Militares de Chapadão do Sul. Cabos e soldados suspenderam as atividades por tempo indeterminado. Apesar disso, fontes da PM confirmaram que 30% do efetivo estará atendendo as ocorrências mais graves. Já o Corpo de Bombeiros aguarda a posição do comando em campo Grande para se posicionar sobre o movimento. Até mesmo o comandante da corporação, tenente Sílvio de Oliveira, está na escala de serviço.
Em assembleia geral hoje à tarde, convocada pela ACS/MS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul), os militares rejeitaram o reajuste de 7% neste ano, e suspendem as atividades nas ruas a partir de amanhã.
A decisão foi tomada depois dos cabos e soldados rejeitarem proposta do governador André Puccinelli (PMDB), que oferecia aumento de 7% em maio, 8% em maio de 201º e 20% em dezembro do próximo ano. O novo cronograma de pagamentos anteciparia a integralização do reajuste pleiteado pela categoria, que pede aumento de 20% para corrigir a defasagem salarial. A greve é por tem indeterminado (Foto arquivo)



