O momento é ruim, de descrédito na saúde pública, setor fundamental com alto índice de rejeição motivado pelos governantes que se sucederam no Governo Federal ao longo dos últimos 30 anos. Chapadão do Sul não fica atrás quando o assunto é a crítica contundente da política de saúde pública no município. Os acontecimentos negativos da última semana motivaram um turbilhão de comentários de cidadãos descontentes. Vítima de um grave acidente, Jucilene da Silva Gomes (30), teve os ossos da perna esquerda destruídos e a possibilidade de caminhar normalmente era tida como remota. O profissionalismo e senso humanitário do Traumatologista DR. Gustavo salvaram o membro da jovem, cujo agradecimento postamos abaixo. Ele também atende no Hospital Municipal da cidade.
Chapadão do Sul até tem um bom atendimento se comparado a maioria das cidades brasileiras. O Dr. Gustavo – por exemplo é membro da Academia Brasileira de Ortopedia, numa região carente desta especialização. O médico possui cerca mil procedimentos cirúrgicos documentados somente no município. Seu desempenho, formação e senso de profissionalismo atestam que nem todos são iguais em nenhum lugar do mundo, muito menos em nossa cidade.
TEXTO DA INTERNAUTA:
Bom dia… Meu nome é Jucilene as Silva Gomes, moro em Chapadão do Sul há Seis anos depois de viajar por todas as regiões do Brasil. Em todos os lugares que passei vi que a saúde pública é um problema nacional como no Amazonas, onde não se acha médico nem para receitar Dipirona. Pessoas morrem à míngua. Em Chapadão do Sul também tem problemas, mas – muitas vezes os usuários reclamam de barriga cheia se comparamos com os locais mais distantes deste País.
Aqui se fala muito mal dos profissionais e as reclamações devem ser procedentes. Mas lembro que em 201º teve uma Audiência Pública sobre a saúde e ninguém apareceu, nem mesmo aqueles que reclamam com frequência. Tínhamos a melhor saúde da região, mas algo deve ter acontecido para o aumento das reclamações. Gostaria de falar especificamente no Dr. Gustavo, o médico que evitou que eu ficasse inválida, recuperou minha auto-estima, e possibilitou que andasse novamente, mesmo após comentários desencorajadores de pessoas da área médica.
Numa escala de 1ºa 6 os danos em meu joelho, fêmur, tíbia e ligamentos foram em grau máximo. O procedimento não sairia por menos de R$ 30 mil na rede privada de saúde . O Dr. Gustavo fez o procedimento pelo SUS, numa cirurgia que demorou cerca de 7 horas. Além de reconstruir minha perna, resgatar a auto-estima ele me mostrou a imagem humanitária do profissional da área médica que achei que estava extinta. Se hoje tenho um sorriso no rosto e faço as coisas que gosto agradeço ao senhor Dr. Gustavo



