A Policia Civil de Chapadão do Sul seguirá o modelo implantado em Costa Rica de combata à violência com a criação de um GTO (Grupo Tático Operacional). Na manhã de hoje o delegado Danilo Mansur confirmou a intenção de contar com três equipes compostas por policiais militares e civis de folga, numa ação preventiva e operacional de 20 horas. Será o fim da moleza da criminalidade em Chapadão do Sul. Este projeto depende apenas do custeio operacional dos envolvidos. Esta iniciativa seria o fim do pesadelo social motivado pelas drogas nos bairros da cidade. Guardadas as devidas proporções seria como uma tropa do BOP do Rio de Janeiro sempre de prontidão.
O delegado Danilo Mansur busca articulações com os poderes públicos, produtores rurais, Polícia Militar, empresário e entidades interessadas numa cruzada contra a criminalidade em todo o território sul-chapadense. Segundo o policial, o COB (Comando de Operações do Bolsão) já realiza um excelente trabalho no meio rural deixando para o GTO a responsabilidade de fazer um pente fino na cidade para expulsar toda a chinelagem que vem chegando e se instalando como parasitas para praticar todo o tipo de crime. A Polícia Militar ganharia um reforço de peso para aumentar a capacidade de enfrentamento aos bandidos.
Muitos destes criminosos que hoje aterrorizam os cidadãos de bem de Chapadão do Sul vieram corridos pelo GTO de Costa Rica, ratificando que a cidade vizinha conseguiu êxito no combate à bandidagem. Os internautas que apreciam informações policiais nem sempre percebem que traficantes de Costa Rica estão vindo comprar drogas em Chapadão do Sul devido à ação do GTO no município vizinho.
Além da conhecida falta de contingente, as polícias Civil e Militar ficam ainda mais sobrecarregadas tentando enxugar gelo. Um GTO com três equipes manteria um plantão diário de 20 horas para fazer blitze, operações urbanas de combate ao crime e atendimento de ocorrências em regime de apoio em qualquer ponto da cidade de forma imediata. A Polícia Civil já tem um dos três veículos descaracterizados para iniciar a formação da equipe. Faltará a articulação entre as forças de segurança e as entidades constituídas através do Conselho de segurança. A ideia começa a ser formatada e a opção de vencer a queda de braço com o crime está nas mãs da sociedade. (Foto Ilustração)



