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A ciência climática recomenda trocar o alarme por prevenção. Embora o aquecimento do Pacífico Equatorial e as variações do El Niño possam causar eventos climáticos extremos — como secas na Amazônia e chuvas intensas no Sul —, o pânico não ajuda. O foco deve ser o planejamento e a preparação. O Fenômeno é um aquecimento periódico das águas do Oceano Pacífico que altera correntes atmosféricas e o regime de chuvas global.
O Falar da Mídia: Especialistas do INMET alertam que previsões de um “Super El Niño” prematuro ou alarmista visam muitas vezes gerar pânico desnecessário. Especialistas reforçam que o fenômeno natural vem e vai, mas são as mudanças climáticas de longo prazo que merecem atenção contínua.
VEJA O RELATÓRIO CONTRA O ALARMISMO




