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Algumas cidades brasileiras sempre estiveram à frente das demais rumo ao futuro. Outras demoram um pouco mais nas mudanças estruturais que fazem a diferença no quesito operacionalidade e qualidade de vida. Neste contexto os vereadores Marcel D’Angelis e Ricardo Bannak protocolaram a indicação 852/2026 para que seja incluído no planejamento estratégico até 2028 a previsão de implantação gradativa de rede elétrica subterrânea no Município.
Neste contexto entram os fios de internet que estão sempre sendo arrebentados por caminhões e criam “barrigas” perigosas ao trânsito. Postes também seriam eliminados porque perderiam a função de sustentar o emaranhado de fios. Carros também deixariam de colidir neles, como acontece com frequência.
A indicação dos dois parlamentares pode ser atendida quando a prefeitura decidir fazer galerias subterrâneas para o escoamento de água e acabar com os constantes alagamentos no centro e nos bairros de Chapadão do Sul. Faria um serviço único para atender mais de uma demanda. Cidades sem fios, ou com fiação subterrânea, visam eliminar a poluição visual, aumentar a segurança e reduzir quedas de energia.
Projetos de modernização e enterramento de cabos estão em andamento em diversas cidades brasileiras, como Guarujá-SP, onde foi sancionada lei para redes subterrâneas
Principais Aspectos da Cidade Sem Fios:
Vantagens: Melhoria estética, valorização imobiliária em até 30% e maior segurança, eliminando riscos de acidentes e interrupções por quedas de postes.
Desafios: O custo de implantação é alto, chegando a ser até oito vezes mais caro do que a fiação aérea, o que torna o processo lento.
Iniciativas no Brasil:
Guarujá (SP): Lei sancionada para enterrar fiação elétrica e de telecomunicações.
São Paulo (SP): Projeto “São Paulo Sem Fios” prevê o enterramento de 81 km de cabos, embora esteja atrasado.
Uberlândia (MG): Modernização da rede com foco em fiação subterrânea.
Rio de Janeiro (RJ): Copacabana é citada como exemplo com 100% da rede subterrânea.




