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Esta discussão sobre a instalação de câmeras de monitoramento nos locais de descartes criminosos em Chapadão do Sul chega próximo aos dez anos, ou mais. Já na administração do Dr Felipe Magalhães esta assunto era tratado com preocupação. Vários lixões a céu aberto foram criados de um dia para o outro e dava muito trabalho à prefeitura. Este problema invadiu as administrações seguintes e persiste até hoje. Ontem foi mostrado um “lixão” na frente da escola Augusto Krug Neto. Internautas enviaram fotos de outros pontos críticos nos bairros. A secretaria de Obras limpa e no dia seguinte novos descartes são verificados. Parece não ter fim a falta de civilidade.
Já em Campo Grande a Guarda Civil Metropolitana prendeu três homens por descarte irregular de lixo em uma área pública do Jardim das Hortênsias horas depois de a prefeitura concluir uma força-tarefa de limpeza e anunciar a instalação de câmeras no local. A equipe flagrou o grupo ao jogar resíduos no terreno recém-limpo, que havia sido alvo de ação pela manhã.
O espaço, entre as ruas Gérbera, Prímula e Tumbergia, integra a mesma região que mais cedo recebeu duas pás carregadeiras e seis caminhões para retirada de entulho. A prefeitura classificou o ponto como crítico e informou que realiza, em média, cinco limpezas por ano na área.
De acordo com a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos de Campo Grande), cada intervenção remove de 50 a 60 caminhões de resíduos, entre lixo doméstico, restos de móveis, pneus e galhos. O bairro conta com coleta regular, mas o descarte irregular persiste.
Pela manhã, durante a ação de limpeza, a administração municipal anunciou a instalação de câmeras de monitoramento no entorno e reforço permanente de fiscalização 24 horas. A medida inclui apoio da Guarda Civil Metropolitana e da Patrulha Ambiental.
Foto do descarte nas imediações da escola Augusto Krug



