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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul julgou recurso interposto pela defesa de Cleiton Torres Vorbeto, acusado de participação no crime que vitimou o jogador de futebol Hugo Vinícius Skulny Pedrosa (19), esquartejado no Sul do Estado em 2023. O advogado de Chapadão do Sul, Carlos José Reis de Almeida, atua como Assistente de Acusação no processo que vem sendo acompanhado pelo mundo jurídico de todo o Brasil. A última atualização foi a rejeição do recurso da defesa de Cleiton contra a nova sentença que mandou todos os envolvidos a júri popular.
Os padrastos de Rúbia também foram pronunciados e vão ser julgados com os demais réus, porém, só respondem por fraude processual.
O crime foi praticado em 2023, em Sete Quedas. A ex-namorada da vítima, Rubia Joice de Oliver Luvisetto (21) e seu “ficante” Danilo Alves Vieira da Silva (29), confessaram o crime. Reis atua como assistente de acusação juntamente com os colegas Mayara Pagani e Artur Saldanha, de Dourados. Rúbia disse que o jogador chegou no local do crime e começou a xingá-la. Danilo pegou o revólver a atirou no atleta.
Depois do himicídio teve início um ritual macabro de esquartejamento do corpo para eliminar pistas e evitar que boiasse no rio Iguatemi, num crime de repercussão nacional que envolveu outras pessoas. Cleiton Torres Vobeto, outro envolvido e amigo de Rubia Joice foi acusado inicialmente de ocultação de cadáver. Já o ficante da mulher (Danilo) disse que foi ele quem teve a ideia de esquartejar o jogador.
No início das investigações Cleiton disse que foi obrigado em ajudar a esconder o corpo, mas agora sua situação se complicou porque optou em ficar em silêncio durante o depoimento. Rúbia disse que depois que tiraram o corpo da casa dela não soube de mais nada do que aconteceu. Já Danilo informou que o corpo não afundava. Cleiton pegou um facão e começou a cortá-lo em pedaços. Danilo, em determinado momento, também ajudou no esquartejamento.
VEJA A DECISÃO DO TJMS



