Chapadão do Sul/MS

“DÁ PARA CONFIAR?” Meteorologia prevê passagem do ano com pancadas de chuva em Chapadão do Sul

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Sob o calor intenso do inverno, temperaturas bateram recordes dia após dia, enquanto rios secavam e a vegetação virava cinzas. A chuva, que tanto demorou a cair, chegou de forma devastadora e, junto ao vento, deixou um rastro de destruição em diversas outras cidades de Mato Grosso do Sul em 2025. O clima vem oscilando de forma severa. Chapadão do do Sul e região foram duramente atingidos por violentos temporais. A situação deverá se manter ou agravar em 2026. Já a meteorologia prevê pancadas de chuva durante a passagem de ano em Chapadão do Sul

CHAPADÃO DO SUL

Em 2025, ano em que a crise climática esteve no centro do debate global durante a COP 30 em Belém, Mato Grosso do Sul enfrentou eventos climáticos extremos que reforçaram a urgência de políticas eficazes de preservação ambiental.

MS 42°C

Desde o primeiro dia do ano, o calor já dava sinais de que 2025 não traria trégua. Em 17 de janeiro, Porto Murtinho, a 439 kms de Campo Grande, registrou o que seria o pico de calor do ano com termômetros marcando 42,1°C.

Geada e frio intenso marcaram o início do ano

O inverno começou rigoroso em Mato Grosso do Sul. No mês de maio, a temperatura chegou a 0,7°C em Rio Brilhante, com ocorrência de geada em várias localidades. Em três municípios da região Sul do Estado, Amambai, Iguatemi e Maracaju, as temperaturas não passaram de 2°C

Em junho, o frio atingiu também a região de fronteira com o Paraguai, provocando geadas que afetaram plantações de milho e gerou atrasos na safra. A geada consiste na formação de uma camada de cristais de gelo sobre as plantas e outras superfícies quando a temperatura fica abaixo de 4°C.

No dia 24 de junho, o Estado registrou um dos episódios mais gelados do ano. Campo Grande chegou a sensação térmica de -6,9°C, conforme o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). A região sul concentrou as menores temperaturas: Sete Quedas marcou -0,8°C; Amambai, -0,1°C; Iguatemi registrou 0°C e Caarapó, 0,5°C. Com mínima de 4,8°C, a Capital teve a menor sensação térmica do ano, superando o recorde anterior de 6,6°C em 29 de maio.

Em agosto, Campo Grande foi a segunda Capital mais gelada do Brasil, com 8,8°C, atrás apenas de Porto Alegre, que registrou 7,6°C. (Redação e midiamax.com.br)

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