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Uma pesquisa liderada por docentes do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PGAC) da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade Universitária de Cassilândia, ganhou destaque nacional e internacional após ser divulgada pelo Canal Rural, um dos principais veículos de comunicação do agronegócio brasileiro.
A pesquisa, desenvolvida pelo Professor Doutor Renato Lustosa Sobrinho, cassilandense, demonstrou que uma solução biológica foi capaz de elevar a produtividade do milho em até 60%, mesmo sob condições de (estresse hídrico), um dos principais desafios da agricultura mundial contemporânea.

O cassilandense, Professor Doutor Renato Lustosa
Além da UEMS, o estudo envolve uma ampla rede nacional e internacional de pesquisa, com a participação de pesquisadores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), com destaque para a Profa. Dra. Taciane Finatto que coordenou o desenvolvimento das primeiras fases do projeto, da Universidade Estadual Paulista (UNESP), representada principalmente pelo Dr. Marcelo Minhoto Teixeira Filho, atual supervisor de pós-doutorado do Dr. Renato Lustosa, e da University of Antwerp (UAntwerp), na Bélgica. Essa articulação interinstitucional reforça o caráter multidisciplinar, colaborativo e internacional da pesquisa.
O trabalho conta com a colaboração dos professores Dr. Tiago Zoz e Dr. Carlos Eduardo da Silva Oliveira, também docentes do PGAC/UEMS, além do Dr. Bruno Rodrigues, da Editora Pantanal. A Embrapa também é parceira do projeto, por intermédio da dra. Cristiane Paiva, pesquisadora da Embrapa Milho e Sorgo, localizada em Sete Lagoas (MG).
A tecnologia desenvolvida é baseada no uso de microrganismos benéficos, que atuam na mitigação dos efeitos do déficit hídrico nas plantas. Segundo os pesquisadores, o produto promove ajustes fisiológicos e metabólicos, favorecendo o crescimento radicular, aumentando a eficiência no uso da água e contribuindo para a manutenção do crescimento e da produtividade do milho mesmo em condições severas de seca.
Os resultados são fruto de anos de pesquisa científica, envolvendo experimentos em condições controladas e de campo, com avaliações agronômicas, fisiológicas e produtivas. A ampla divulgação da pesquisa pelo Canal Rural ampliou significativamente o alcance do trabalho, levando os resultados a produtores, técnicos, empresas do setor agrícola, instituições de pesquisa e público especializado no Brasil e no exterior.

Atualmente, a equipe de pesquisadores, em parceria com as empresas AgriSoluções Biológicas e Plantinova – Consultoria e Pesquisa Agrícola, está conduzindo novos ensaios a campo, com foco no desenvolvimento de uma solução baseada em Inteligência Artificial. A proposta é criar uma ferramenta capaz de orientar os produtores quanto à compatibilidade entre produtos biológicos e os diferentes cultivares disponíveis no mercado, tornando as recomendações mais precisas, seguras e eficientes.
Para os docentes envolvidos, o reconhecimento nacional e internacional evidencia o papel estratégico da UEMS como instituição pública comprometida com a geração de conhecimento aplicado, inovação tecnológica e sustentabilidade, consolidando o PGAC como referência científica com impacto direto no agronegócio. (cassilândianoticias)
VEJA vídeo da apresentação nacional no Canal Rural
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Uma pesquisa liderada por docentes do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PGAC) da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade Universitária de Cassilândia, ganhou destaque nacional e internacional após ser divulgada pelo Canal Rural, um dos principais veículos de comunicação do agronegócio brasileiro.
A pesquisa, desenvolvida pelo Professor Doutor Renato Lustosa Sobrinho, cassilandense, demonstrou que uma solução biológica foi capaz de elevar a produtividade do milho em até 60%, mesmo sob condições de (estresse hídrico), um dos principais desafios da agricultura mundial contemporânea.
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Além da UEMS, o estudo envolve uma ampla rede nacional e internacional de pesquisa, com a participação de pesquisadores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), com destaque para a Profa. Dra. Taciane Finatto que coordenou o desenvolvimento das primeiras fases do projeto, da Universidade Estadual Paulista (UNESP), representada principalmente pelo Dr. Marcelo Minhoto Teixeira Filho, atual supervisor de pós-doutorado do Dr. Renato Lustosa, e da University of Antwerp (UAntwerp), na Bélgica. Essa articulação interinstitucional reforça o caráter multidisciplinar, colaborativo e internacional da pesquisa.
O trabalho conta com a colaboração dos professores Dr. Tiago Zoz e Dr. Carlos Eduardo da Silva Oliveira, também docentes do PGAC/UEMS, além do Dr. Bruno Rodrigues, da Editora Pantanal. A Embrapa também é parceira do projeto, por intermédio da dra. Cristiane Paiva, pesquisadora da Embrapa Milho e Sorgo, localizada em Sete Lagoas (MG).
A tecnologia desenvolvida é baseada no uso de microrganismos benéficos, que atuam na mitigação dos efeitos do déficit hídrico nas plantas. Segundo os pesquisadores, o produto promove ajustes fisiológicos e metabólicos, favorecendo o crescimento radicular, aumentando a eficiência no uso da água e contribuindo para a manutenção do crescimento e da produtividade do milho mesmo em condições severas de seca.
Os resultados são fruto de anos de pesquisa científica, envolvendo experimentos em condições controladas e de campo, com avaliações agronômicas, fisiológicas e produtivas. A ampla divulgação da pesquisa pelo Canal Rural ampliou significativamente o alcance do trabalho, levando os resultados a produtores, técnicos, empresas do setor agrícola, instituições de pesquisa e público especializado no Brasil e no exterior.

Atualmente, a equipe de pesquisadores, em parceria com as empresas AgriSoluções Biológicas e Plantinova – Consultoria e Pesquisa Agrícola, está conduzindo novos ensaios a campo, com foco no desenvolvimento de uma solução baseada em Inteligência Artificial. A proposta é criar uma ferramenta capaz de orientar os produtores quanto à compatibilidade entre produtos biológicos e os diferentes cultivares disponíveis no mercado, tornando as recomendações mais precisas, seguras e eficientes.
Para os docentes envolvidos, o reconhecimento nacional e internacional evidencia o papel estratégico da UEMS como instituição pública comprometida com a geração de conhecimento aplicado, inovação tecnológica e sustentabilidade, consolidando o PGAC como referência científica com impacto direto no agronegócio.



