Chapadão do Sul/MS

AFOGAMENTOS – Cerca de 5,7 mil pessoas morrem por ano no Brasil. São 15 óbitos/dia. Especialistas fazem alertas preventivos  

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         Segundo dados da Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático) e do Corpo de Bombeiros, o Brasil registra anualmente entre 5.400 e 5.700 mortes por afogamento, o que equivale a 15 óbitos por dia. O número reforça a importância de campanhas permanentes de conscientização e cuidados ao frequentar rios, lagos e piscinas — especialmente com a chegada do período de calor.

Entre os anos de 2010 e 2023, foram contabilizados 71.663 óbitos por afogamento no país. Segundo a Sobrasa, crianças e adolescentes estão entre os grupos mais vulneráveis, sendo o afogamento a segunda principal causa de morte entre crianças de 1 a 4 anos. Outro dado preocupante é que 70% dos casos ocorrem em águas naturais, como rios, represas e lagoas, locais comuns de lazer durante o verão.

Em Mato Grosso do Sul, o cenário também chama atenção. Em 2024, foram 66 ocorrências de afogamento, número 9,6% menor que o registrado em 2023, quando houve 73 casos. No ano anterior, 2022, o estado contabilizou 63 vítimas. Apesar da leve redução, o alerta permanece: apenas nas duas primeiras semanas de 2025, já foram registradas 10 mortes por afogamento em diferentes municípios sul-mato-grossenses.

Os bombeiros ressaltam que, na maioria das vezes, as tragédias poderiam ser evitadas com medidas simples de segurança. Entre os principais cuidados estão:

Evitar entrar na água após ingerir bebidas alcoólicas;

Não superestimar a própria capacidade de natação;

Observar a profundidade e as correntezas antes de mergulhar;

Nunca nadar sozinho, principalmente em locais desconhecidos;

Manter crianças sempre sob supervisão constante e próxima;

Usar coletes salva-vidas em embarcações ou locais com risco de afogamento;

Em caso de emergência, acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros (193), evitando tentar o resgate sem preparo técnico.

Com o aumento das temperaturas e o movimento em rios e balneários, as autoridades reforçam que a prevenção é a melhor forma de salvar vidas. Pequenas atitudes de cuidado e responsabilidade podem evitar que momentos de lazer se transformem em tragédias. (Fonte BNC) / foto google

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