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O casal sul-chapadense Francielli e Welton chegaram no Rio de Janeiro, a “Cidade Maravilhosa” imortalizada na música de autoria de André Filho numa marchinha de carnaval em 1935. Tornou o hino oficial do estado. Eles partiram de Chapadão do Sul em março deste ano. Fizeram um pit stop em Trindade (GO) passando por Pirenópolis, Uruaçu e Niquelândia. Depois rumaram para Brasília. No roteiro esteve Minas Gerais e agora o Rio de janeiro. Planejaram por anos a aventura que não tem data e nem hora para voltarem. Aproveitam cada passagem, pontos turísticos e curiosidades pelo caminho. Pressa é algo que não está no mapa de viagem pelo Brasil.
Já produziram várias imagens interessantes como em Pirenópolis, uma cidade histórica com casas protegidas pelo Patrimônio Histórico. Logo a seguir fizeram registros no Mirante Salto do Corumbá e no Lago Serra da Mesa, em Uruaçu. Localizado no Norte de Goiás, o quinto maior do Brasil e o primeiro em volume de água. Trata-se do segundo maior lago artificial do mundo. Abastecido pelos rios Maranhão e Tocantins que banham as cidades de Campinaçu, Campinorte, Colinas do Sul, Minaçu, Niquelândia e Uruaçu. Desde a década de 1990 o lago, que tem potencial turístico imenso, tem sido grande fonte de renda para a região.

O único incidente foi quando o bote virou no Lago Serra da Mesa. Francielli perdeu o celular que não teve mais conserto. Com o eslogam “Dona Dorvina, o Mundo é Meu Quintal” Francielli e seu esposo, Welton, iniciaram uma aventura que não tem dia e nem hora para terminara bordo kombi aquirida pelo casal e batizada em homenagem póstuma à avó de Welton. Há anos trabalharam a quatro mãos no projeto de formatação interna da Kombihome. É uma casa sob rodas sem rumo certo por pelo menos três anos.
Francielli e Welton são casados há 21 anos. Tem um filho de 19 que já é independente, o que facilita uma viagem sem preocupações com a família. São parceiros de fé em tudo e sempre tiveram o sonho de conhecer o Brasil e, quem sabe, um dia o mundo. Sempre trabalharam muito na construção dos projetos pessoais de vida como deixar o filho criado para depois realizar o sonho de “cair no mundo”.

Welton gravou um vídeo onde é possível detalhar o trabalho de transformação da kombi. Sobre o teto foi instalada uma caixa com duas placas solares, um climatizador e ferramentas. No interior uma cama de 2 X 130 metros, uma TV e o guarda-roupas. Nas paradas para descanso a Dona Dorvina está equipada com armário embutido e pia para o preparo das refeições.
Uma geladeira pequena garante a água sempre gelada e armazenamento de alimentos perecíveis. O fogão de duas bocas é alimentado por um botijão P-13, de fácil recarga em qualquer lugar do Brasil. No fundo da Kombi funciona uma “casa de máquinas improvisada” e na porta um chuveirinho para higiene rápida como lavar os pé ou as mãos.
A Dona Dorvina tem um reboque adaptado onde é fixada uma mota para deslocamentos rápidos e viagens dentro das cidades para visitas a pontos turísticos. Uma rede e cadeiras para relaxar também não podia faltar na kmbihome mais charmosa de chapadão do Sul.



