Quer informações do Chapadensenews.com.br pelo celular?
Link de acesso:
https://chat.whatsapp.com/HuKo7OA4N2v7ZKRLzZNA9A
A primeira apreensão de “Dry” na região da 4ª CIPM da Polícia Militar pode causado um prejuízo em torno de R$ 100 ou R$ 200 mil ao crime organizado. Uma mulher foi preso pelo crime de Tráfico de Drogas durante fiscalização em veículos de transporte coletivo em Costa Rica. A cidade é rota de traficantes e a PM fiscaliza e apreende carregamentos com destino a outros estados como Goiás e cidades do Nordeste. A “mula” tem antecedentes criminais e desembarcou vinda de Campo Grande. Foi acompanhada pelos policiais até um hotel.
No momento do check-in foi abordada. Durante vistoria na bagagem foram encontrados 5,1 kg de “Dry”, uma derivação da maconha, divididos em cerca de 50 porções. Além da droga foi apreendido um celular utilizado para negociações. Ela seguiria viagem para Brasília ou Goiânia, dando continuidade ao transporte do entorpecente. A PM estima prejuízo ao crime organizado de cerca de R$ 100 mil a R$ 200 mil. O quilo do entorpecente pode variar acima de R$ 18 mil. O preço aumenta na revenda aos usuários
“DRY” pode ser fatal aos usuários
A variante da maconha tem um efeito ainda mais potente que a erva. A planta passa por um processo químico onde é extraída uma resina com alto nível de TCH (Tetrahidrocanabinol), a principal substância psicoativa da Canábis (maconha). Para os traficantes, se torna ainda mais lucrativo porque é consumido por usuários de alto poder aquisitivo. Há registros de internações de usuários com “Esquizofrenia” devido ao uso. Um usuário cegar a gastar R$ 3 mil na compra de uma parada.
Por ter uma fabricação mais cara e demorada, essa droga costuma ser consumida por usuários com maior poder aquisitivo. Segundo as autoridades, traficantes tem comercializado a dry por meio de grupos em aplicativos de mensagem. Os criminosos anunciam em várias versões e ainda garantem a entrega ao comprador



