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TARIFAÇO dos EUA não afeta exportação de carne do Brasil. Argentina compra e revende para os Estados Unidos

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       Veículos e comunicação de MS estão dando destaque ao aumento das exportações de carne bovina – em julho de 2025 –   alcançaram um novo recorde histórico em receita e volume. Isso aconteceu mesmo com as novas tarifas impostas pelo governo dos EUA. Apenas não foi escrito que o próprio EUA está burlando as tarifas que implantou ao comprar a carne da Argentina que vem do Brasil. Isso mesmo, os Hermanos importam quase toda a produção brasileira e revendem aos EUA com uma margem de lucro. Ganham uma boa grana no mole. O Governo Trump é cheio de contradições, proíbe que países comprem petróleo Russo,  mas recompra o mesmo produto de terceiros.

Esta manobra dos americanos também foi verificada na soja exportada para a China. Os argentinos compraram dos EUA a preço de mercado e revenderam para China como se fosse produto argentino. No País Asiático foi feita análise de solo e constatada a fraude. A carga não foi aceita e devolvida para a América do Sul. No caso da carne brasileira é bom para o mercado exportador porque não importa quem compre, desde que tenha fluxo de comércio exterior na geração do PIB.

BRASIL

A receita total foi de US$ 1,726 bilhão, um aumento de 48,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já o volume de exportações foi de 366.920 toneladas, o que representa um aumento de 27,4% em relação a julho do ano passado.

Em meio a uma crise na pecuária bovina argentina, as exportações brasileiras de carne para o vizinho sul-americano bateram recorde no primeiro semestre deste ano. Os embarques somaram 6,2 mil toneladas no período — um ano antes haviam alcançado 146,4 toneladas.

Em julho de 2025, as exportações totais do setor de carne bovina do Brasil alcançaram um novo recorde histórico em receita e volume. Isso aconteceu mesmo com as novas tarifas impostas pelo governo dos EUA.

A receita total foi de US$ 1,726 bilhão, um aumento de 48,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já o volume de exportações foi de 366.920 toneladas, o que representa um aumento de 27,4% em relação a julho do ano passado.

Este cenário ocorre mesmo depois das novas tarifas impostas ao produto brasileiro, quando em 1º de agosto de 2025, foi aumentada em 40% sobre a carne bovina brasileira, elevando a taxa total para 76,4% para vendas extra-quota.

Tal anúncio da nova tarifa, realizado pelo presidente estadunidense Donald Trump em 9 de julho, fez com que algumas indústrias brasileiras suspendessem a produção destinada aos EUA.

Apesar de os EUA continuarem sendo o segundo maior importador de carne bovina do Brasil, as vendas para o país estão em queda desde abril de 2025, quando atingiram o recorde de US$ 306 milhões. Em julho de 2025, as vendas para os EUA caíram para US$ 183 milhões.

Principais importadores

Entre janeiro e julho de 2025, a China manteve sua posição de principal importador, sendo responsável por 44,5% da receita e 38,5% do volume total das exportações brasileiras de carne bovina. No período, as importações chinesas aumentaram 14,6% em volume e 33,7% em receita em comparação com o mesmo período de 2024.

Já os EUA se manteve no período como o segundo maior importador, representando 23,6% do volume e 16% da receita no período acumulado.

Outros destaques foram as importações chilenas, que cresceram significativamente, com um aumento de 20,2% em volume e 37,6% em receita; assim como o México, que teve um aumento notável em suas importações, que subiram 196% em volume e 249,2% em receita, levando o país à quarta posição.

No total, os dados mostram que, embora 48 países tenham reduzido suas compras, 124 países aumentaram suas importações, o que resultou no desempenho recorde.

As informações do Brasil são da Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos), que compilou os dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

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