CHAPADÃO DO SUL começa a traçar o futuro de forma planejada com a criação do Fórum de Desenvolvimento Sustentável. Grande evento será em março

Publicada em 05/12/2017, lida 284 vezes.

      Tornar Chapadão do Sul “sustentável” em seus aspectos humano, econômico e social foram os motes que fomentaram a criação do Fórum de Desenvolvimento Sustentável que teve uma importante palestra técnica na noite de ontem no auditório da Fachasul, em Chapadão do Sul. A partir deste "ponta pé inicial" começam os debates com os órgãos  públicos, entidades e a sociedade civil organizada.  O primeiro e auspicioso fórum será realizado em meados de março de 2018 já com os parâmetros de uma cidade em acelerado crescimento demográfico. O principal palestrante foi o secretário adjunto estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Ricardo Senna, uma das maiores autoridades na discussão de novos cenários do Estado na atualidade. 

AS PESSOAS SÃO AS PRIORIDADES - Ricardo Senna destacou que qualquer possibilidade de projeção futurista coloca a qualidade de vida como prerrogativa e as pessoas a prioridade. O planejamento - que dificilmente é levado a sério - precisa começar pelos eixos Social / Infraestrutura / Gestão e suas peculiaridades. O assunto não é novo porque o mesmo consultor  esteve no município em 2001 para tratar  também tratar do Plano de Fomento Sustentável do município. O evento de ontem  da Fachasul ratifica o fato de Chapadão do Sul ter um certo fascínio em achar soluções para seu futuro imediato  após oscilações que afetam o presente. Segundo o consultor Chapadão do Sul tem qualidades únicas destacadas pela pujança econômica, planejamento, qualidade de vida e a interação dos atores sociais. 

TRAÇAR METAS E RUMOS - Entre os temas destacados está o fato da Chapadão do Sul de 2001  não ter grandes alterações em 2017 a não ser a demográfica por ser uma cidade rica e atrair pessoas em busca de oportunidades. Este seria o “momento” de traçar metas e rumos pela necessidade de criação de mercados e serviços de acordo com o perfil junto com entidades representativas, de pesquisa e extensão.  Senna citou como exemplo o surgimento dos “Tigres Asiáticos” nos anos 90 cujo planejamento começou nos anos 80 com financiamentos públicos e privados. 

PÓLOS DE INVESTIMENTO - Além das entidades este é o momento das universidades “pularem seus muros” para colocar a extensão do conhecimento na prática da troca de experiências .  Desenvolvimnto sstentaval não é penas meio ambiente, o setor produtivo (comercio / campo / indústria) é o principal cliente. Mais de 40 milhões de investimento no estado. Chapadão do Sul entre neste cenário pela sua aptidão nata de investimento e a criação de mais pólos de investimento. Todo o processo de evolução  empresarial do MS passa por etapas como a discussão técnica em forma “Fórum de Desenvolvimento Sustentável”.

REPRESENTANTES - Além de representantes dos organizadores: Fachasul, UFMS e Fundação Chapadão do Sul, a reunião contou com presença de representantes do Banco do Brasil, Câmara de Vereadores, Sindicato Rural, Ampasul, Imprensa e comunidade local. Edson Borges (Fundação Chapadão) / Graci Tozzo (Fachasul) e Cid Naudi Silva Campos (UFMS) são os nomes que formam a Comissão de Organização do Forum de Desenvolvimento Sustentável  de Chapadão do Sul. Também serão apresentados os dez objetivos de desenvolvimento sustentável já estabelecidos pelo ONU (Organização das Nações Unidas). Dentro dos conceitos serão apresentadas algumas câmaras setoriais para a condução dos temas propostos para votação e provação. O professor Wilton Paulino, mantenedor da Fachasul, também será um dos suportes  da comissão como a prefeitura (Sedema) / Câmara de Vereadores / Ampasul e mais cerca de  70 representantes da sociedade civil.


CHAPADÃO DO SUL começa a traçar o futuro de forma planejada com a criação do Fórum de Desenvolvimento Sustentável. Grande evento será em março

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